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Empregos: primeiro semestre foi pior do que ano passado em Balneário Camboriú

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Paulo Giovany

Quinta, 9/8/2018 15:57.

Balneário Camboriú assim como o resto do país segue sentindo os reflexos da crise e isso aparece no balanço de empregos do primeiro semestre.

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, em 2018 foram contratadas de janeiro a junho, 13.050 pessoas e foram demitidas 14.702, resultando em um saldo de 1.652 vagas fechadas.

Esse número negativo alto é “normal” na cidade, devido à sazonalidade do comércio, puxado pelas demissões do fim de temporada. Entretanto, o que chama atenção é que o saldo negativo foi maior em 2018.

Segundo os dados, o número de demissões foi praticamente o mesmo nos dois anos, o que diminuiu um pouco em 2018 foi o número de admissões, ou seja, o mercado local contratou menos que em 2017.

Positivos e negativos

No primeiro semestre de 2018, algumas ocupações tiveram destaque e saldos positivos, com mais admissões do que demissões. É o caso de auxiliar de escritório, servente de obras, recepcionista, técnico de enfermagem, pintor, encanador, costureiro, varredor de rua, carpinteiro e auxiliar de contabilidade.

Já as que demitiram mais do que contrataram foram: vendedor de comércio varejista, faxineiro, garçom, atendente de lanchonete, operador de caixa e auxiliar de serviços de alimentação.

Segundo a hoteleira e presidente do Conselho Municipal de Turismo, Dirce Fistarol, mesmo com um cenário mais difícil, o setor optou por demitir menos pois muitos empresários entenderam que seria melhor manter seus colaboradores.

"No geral no primeiro semestre, tivemos um menor desempenho. Já previamos que em função da Copa, a nossa ocupação poderia ser menor, mas não contávamos com a greve dos caminhoneiros que teve um grande peso negativo", comentou.

Na contramão

Neste primeiro semestre o município foi na contramão do Estado e até do Brasil.

Em 2017 o saldo de empregos do primeiro semestre resultou na criação de 22 mil vagas em Santa Catarina e 35 mil no Brasil. Em 2018, Santa Catarina criou 32 mil empregos formais e o Brasil teve um salto com 344 mil novas vagas.

Tradicionalmente no segundo semestre o panorama inverte, e o número de contratações é maior do que o de demissões.

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